Roberto, eu vou tentar pesquisar sobre esse modelo que você pediu...
--- Em qua, 25/3/09, rmtakata <roberto.takata@...> escreveu:
De: rmtakata <roberto.takata@...> Assunto: [indica-saidi] Re: Retomando as atividades? Para: indica-saidi@yahoogroups.com Data: Quarta-feira, 25 de Março de 2009, 0:14
Iara, Arbache, todos,
Muito bom.
Eu ainda estou um tanto enrolado com as atividades acadêmicas. Mas quem quiser trazer alguma sugestão (por exemplo, um modelo de estatuto de alguma entidade que ache que poderia servir de base para a nossa associação), por favor, fique à vontade.
--- In indica-saidi@yahoogroups.com, Daniel <dfb9999@...> wrote:
> "Uma pergunta: como ter acesso a todos esses materiais?"
>
> Eu tenho parte desses materiais, já que trabalho com eles
> diariamente...Mas não sei como ficaria a questão da reprodução de
> divulgação...
Normalmente na segunda capa ou nas primeiras folhas vem uma advertência em
relação ao copirráite.
(Embora eu ache estranho que algo produzido com dinheiro *público* tenha
restrições de cópia.)
[]s,
Roberto Takata
Acho que eu nunca escrevi para esta lista, mas de vez em quando acompanho algumas mensagens...hehe.
Acabo de ler uma do Roberto (será que você ainda lembra de mim....haha), que falava do material do São Paulo Faz Escola: "Mas com o problema do material didático suplementar do projeto 'São Paulo Faz Escola' - e pelo fato de saber que aquilo custou nada menos do que 30 milhões de reais aos cofres públicos"
Iara, Arbache, todos,
Muito bom.
Eu ainda estou um tanto enrolado com as atividades acadêmicas. Mas quem quiser
trazer alguma sugestão (por exemplo, um modelo de estatuto de alguma entidade
que ache que poderia servir de base para a nossa associação), por favor, fique
à vontade.
[]s,
Roberto Takata
De: Guilherme Pires Arbache <guilhermearbache@...> Para: indica-saidi@yahoogroups.com Enviado: jueves, 19 de marzo, 2009 2:02:18 Asunto: Re: [indica-saidi] Retomando as atividades?
Ok, estou a disposição para o que puder ajudar.
--- Em qua, 18/3/09, rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br> escreveu:
De: rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br> Assunto: [indica-saidi] Retomando as atividades? Para: indica-saidi@ yahoogroups. com Data: Quarta-feira, 18 de Março de 2009, 9:39
Bem, por minha culpa, o Projeto Open Books tem estado parado.
Mas com o problema do material didático suplementar do projeto "São Paulo Faz Escola" - e pelo fato de saber que aquilo custou nada menos do que 30 milhões de reais aos cofres públicos - motivou-me a tentar reavivar o projeto. Criar uma alternativa aberta pode ser *muito* importante não apenas em termos didáticos e de liberdade, mas também econômicos.
Paralelamente à produção de um livro inicial, gostaria de ir discutindo os elementos para institucionalizar e oficializar a nossa associação; de modo que trarei aqui aos poucos propostas para um eventual estatuto.
--- Em qua, 18/3/09, rmtakata <roberto.takata@...> escreveu:
De: rmtakata <roberto.takata@...> Assunto: [indica-saidi] Retomando as atividades? Para: indica-saidi@yahoogroups.com Data: Quarta-feira, 18 de Março de 2009, 9:39
Bem, por minha culpa, o Projeto Open Books tem estado parado.
Mas com o problema do material didático suplementar do projeto "São Paulo Faz Escola" - e pelo fato de saber que aquilo custou nada menos do que 30 milhões de reais aos cofres públicos - motivou-me a tentar reavivar o projeto. Criar uma alternativa aberta pode ser *muito* importante não apenas em termos didáticos e de liberdade, mas também econômicos.
Paralelamente à produção de um livro inicial, gostaria de ir discutindo os elementos para institucionalizar e oficializar a nossa associação; de modo que trarei aqui aos poucos propostas para um eventual estatuto.
Bem, por minha culpa, o Projeto Open Books tem estado parado.
Mas com o problema do material didático suplementar do projeto "São Paulo Faz
Escola" - e pelo fato de saber que aquilo custou nada menos do que 30 milhões de
reais aos cofres públicos - motivou-me a tentar reavivar o projeto. Criar uma
alternativa aberta pode ser *muito* importante não apenas em termos didáticos e
de liberdade, mas também econômicos.
Paralelamente à produção de um livro inicial, gostaria de ir discutindo os
elementos para institucionalizar e oficializar a nossa associação; de modo que
trarei aqui aos poucos propostas para um eventual estatuto.
[]s,
Roberto Takata
--- In indica-saidi@yahoogroups.com, "guilhermearbache"
> Eu fiquei sabendo através da Internet, estava navegando, procurando
> algo relacionado ao grupo de vocês, e acabei encontrando o grupo,
> sem querer. Se não me engano, eu estava navegando pelo site
> Universia.
Ah, legal, o sítio do Universia publicou mesmo algo sobre o projeto.
[]s,
Roberto Takata
Eu fiquei sabendo através da Internet, estava navegando, procurando
algo relacionado ao grupo de vocês, e acabei encontrando o grupo, sem
querer. Se não me engano, eu estava navegando pelo site Universia.
--- In indica-saidi@yahoogroups.com, "rmtakata" <roberto.takata@...>
wrote:
>
> Legal, Arbache,
>
> Estamos na fase de tentar juntar massa crítica. (Tentamos começar já
> com um livro - de Biologia para o ensino médio -, mas ainda está um
> pouco além do que conseguiremos fazer por ora.)
>
> Como você ficou sabendo do projeto? (Essa informação pode ser
> importante para ajudar a melhorar a divulgação do projeto.)
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
> --- In indica-saidi@yahoogroups.com, "guilhermearbache"
> > Obrigado, Roberto! Boa tarde para todos! Eu tenho 23 anos, estou
me
> > formando em Ciências Sociais, e tenho muita fé na educação como
> > forma de melhorar a sociedade. Pretendo contribuir da forma
> > possível. Não sei se tenho capacidade para produzir sozinho
> > conteúdos didáticos, mas, no que for da área de humanas, como
> > história (e as recentes incluídas Sociologia e Filosofia), creio
> > que possa pelo menos ajudar, dar opiniões, acrescentar coisas,
> > fazer críticas. Estou à disposição.
>
Legal, Arbache,
Estamos na fase de tentar juntar massa crítica. (Tentamos começar já
com um livro - de Biologia para o ensino médio -, mas ainda está um
pouco além do que conseguiremos fazer por ora.)
Como você ficou sabendo do projeto? (Essa informação pode ser
importante para ajudar a melhorar a divulgação do projeto.)
[]s,
Roberto Takata
--- In indica-saidi@yahoogroups.com, "guilhermearbache"
> Obrigado, Roberto! Boa tarde para todos! Eu tenho 23 anos, estou me
> formando em Ciências Sociais, e tenho muita fé na educação como
> forma de melhorar a sociedade. Pretendo contribuir da forma
> possível. Não sei se tenho capacidade para produzir sozinho
> conteúdos didáticos, mas, no que for da área de humanas, como
> história (e as recentes incluídas Sociologia e Filosofia), creio
> que possa pelo menos ajudar, dar opiniões, acrescentar coisas,
> fazer críticas. Estou à disposição.
--- In indica-saidi@ yahoogroups. com, "rmtakata" <roberto.takata@ ...>
wrote:
>
> Temos um novo membro na lista.
>
> Seja bem-vindo, Guilherme Arbache!
>
> Que tal se apresentar para a turma de colaboradores?
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
Obrigado, Roberto! Boa tarde para todos! Eu tenho 23 anos, estou me
formando em Ciências Sociais, e tenho muita fé na educação como forma
de melhorar a sociedade. Pretendo contribuir da forma possível. Não
sei se tenho capacidade para produzir sozinho conteúdos didáticos,
mas, no que for da área de humanas, como história (e as recentes
incluídas Sociologia e Filosofia), creio que possa pelo menos ajudar,
dar opiniões, acrescentar coisas, fazer críticas. Estou à disposição.
Abraço!
--- In indica-saidi@yahoogroups.com, "rmtakata" <roberto.takata@...>
wrote:
>
> Temos um novo membro na lista.
>
> Seja bem-vindo, Guilherme Arbache!
>
> Que tal se apresentar para a turma de colaboradores?
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
Olá, pessoal,
É possível aproveitar as férias para retomar um pouco as atividades do
grupo?
(Não que seja o principal motivo, mas é possível até - possível, não
uma certeza, nem se pode dizer que seja provável - que se receba uma
cobertura jornalística se conseguirmos avançar no projeto. Seria
possível, por exemplo, fazer esboços de alguns capítulos?)
[]s,
Roberto Takata
Idioma principal do documento: Espanhol
"Resumo em Espanhol: Hace ya algún tiempo, el término copyleft saltaba
los márgenes del código informático y se instalaba en todos los
ámbitos de la producción intelectual. Todavía relativamente
desconocido, torpemente pronunciado por los no iniciados, el copyleft
se ha convertido sin embargo en la bandera de un movimiento cultural y
político que reúne a toda clase de creadores y trabajadores
intelectuales: músicos, escritores, programadores, artistas, editores,
juristas, mediactivistas y un larguísimo etcétera que amenaza con
instalarse en cada rincón de la sociedad. El término proviene de un
ingenioso juego de palabras en inglés, que parecía utilizar las artes
del desvío situacionista para invertir y aprovechar la «insospechada
flexibilidad» de la jurisdicción anglosajona del copyright. Rebajando
la ironía del original, podría traducirse al castellano con el
barbarismo «izquierda de copia» o «permitida la copia». Su primera
utilización, sin embargo, dista mucho de ser un juego de palabras. En
el ámbito de la programación, copyleft definía antes que nada un
concepto jurídico. Señalaba que todo programa licenciado como software
libre (aquél en el que está permitida la copia, la modificación y la
distribución sin permiso, véase cap. 1 de esta guía) tendría que
seguir siendo tal en las distribuciones modificadas o no del mismo. El
copyleft garantizaba así que nadie pudiera apropiarse de un programa
de software libre, al menos de acuerdo a la legalidad. De este modo,
parecía encarnar la consigna sesentayochista del «prohibido prohibir»
y esto ¡en un terreno tan impropio como el campo jurídico! De forma
quizás algo abusiva, pero sin duda con una efectividad social pocas
veces repetida, el copyleft ha pasado al terreno de los bienes
culturales para designar precisamente lo que en el software libre era
una obviedad: la garantía de ciertas libertades del público a partir
de la propia arquitectura de las leyes que reconocen invariablemente
al autor la posibilidad de elegir, con plena libertad, el modelo de
distribución y explotación de sus obras.1 Estas libertades son: de
copia y distribución no comerciales (lo que es para muchos la
condición mínima imprescindible para considerar un bien cultural como
libre), de distribución comercial, de modificación y de obra derivada,
la extraña libertad concedida en la propia cláusula original que da
lugar al copyleft en el software (que obliga a que la obra se comparta
bajo la misma licencia que el original) o incluso la declaración de la
obra como de dominio público. Pero ¿por qué precisamente ahora? Al fin
y al cabo, siempre ha existido creación intelectual y hasta hace bien
poco podría quizás parecer completamente estrambótico hablar de estas
libertades que promete el copyleft. Tendríamos que decir que el
copyleft se deduce de una extrañísima revolución tecnológica que ha
permitido que los bienes culturales y los conocimientos se
independicen de los viejos formatos físicos y que a través de las
redes telemáticas se distribuyan de forma potencialmente universal. Y
todo esto a un coste cercano a cero. Esta casi completa liberación de
la materia que permite la digitalización, y que en cierta medida
esconde la promesa de que todos podamos acceder a la moderna
biblioteca de Alejandría desde el ordenador de nuestras casas, ha sido
considerada sin embargo como la mayor amenaza para los sectores
económicos más pujantes de nuestro tiempo: la industria del software,
las distintas industrias culturales, las biotecnologías, etc. Sin
duda, porque esta circulación aleatoria y libre, que pondría
literalmente todo al alcance de todos, acabaría con sus monopolios
fijados estrictamente por las leyes de propiedad intelectual y de
propiedad industrial. Por eso, hoy somos testigos de las criminales
campañas antipiratería y de las terribles condenas por violación de
derechos de autor que prácticamente equiparan esta falta, al menos en
algunos países, a los delitos contra la propiedad y la integridad
física de las personas. Pero esta revolución que hemos llamado
«digitalización» no sólo facilita la distribución de bienes y
conocimientos, sino que también ha miniaturizado las tecnologías que
permitían su producción. Así, se da la paradoja de que la condición de
autor o de autora se ha extendido por la sociedad, hasta el punto de
diluir las fronteras entre el creador y el espectador, el autor y el
público. En este punto, el copyleft debiera acudir al socorro de esa
masa potencial de creadores. Debiera permitirle que sus obras (siempre
basadas en otras) nunca fueran apropiables por nuevos monopolistas, de
tal modo que revertiesen recíprocamente en la formación de un común
(algunos lo han llamado procomún) que fuera la reserva infinita para
las futuras creaciones. Pero quizás convendría no avanzar mucho más en
este terreno. Al fin y al cabo, esto es sólo la introducción a una
guía. Un manual de uso que tiene como propósito ofrecer una
información útil para la aplicación del copyleft. Sólo resulta
ineludible otra precisión. El copyleft se ha aplicado a ámbitos tan
dispares como el software y la música, la edición y el derecho, el
arte y el periodismo. Cada ámbito de la producción de obra intelectual
tiene unas especificidades propias, se debe a formas de producción y
distribución particulares e incluso tiene una legislación específica
en materia de propiedad intelectual. No sería ni justo ni práctico
lanzar todos los ingredientes de la producción intelectual en el
caldero de la legislación, removerlos todos juntos, aunque sea en
sentido inverso al convencional, y llamar a la receta copyleft. Cada
ámbito exige una atención propia, que se sigue tanto de sus
características específicas como de las experiencias y las estrategias
de implementación de licencias libres en cada compartimiento de la
producción intelectual. Por eso esta guía se organiza en capítulos
monográficos dedicados íntegramente a cada habitación de la producción
de obra intelectual: software, música, edición de textos, arte, vídeo,
derecho. Como corolario se añaden dos artículos que tienen el
propósito de desarrollar las dimensiones políticas y éticas que aquí
sólo hemos podido enunciar. Sin duda, quien eche un vistazo al índice
encontrará algunos personajes ausentes importantes, como el periodismo
y la producción científica. De momento, sólo podemos decir que
esperamos solicitar la presencia de estos desaparecidos transitorios
en futuras ediciones. Por último, en un libro que principalmente habla
de las condiciones de producción y distribución del conocimiento, es
del todo inexcusable no hacer una mención a lo que ha hecho posible la
edición del mismo. La idea de una guía copyleft tiene su origen en las
Jornadas Kopyleft (tercera entrega de una serie que comenzó en Madrid
y Barcelona), que se celebraron en San Sebastián entre los días 24 y
26 de junio de 2005. El tesón del grupo organizador a la hora de
pensar el objetivo de la guía y el propósito de cada contribución dio
comienzo a un trabajo que se ha prolongado durante el primer semestre
de 2006. Así, y gracias a la colaboración inestimable de los autores
que finalmente se arriesgaron a escribir, se fue componiendo un índice
viable para una publicación que «sólo» pretendía recoger el «estado de
la cuestión» en lo que se refiere a copyleft y producción intelectual.
El auspicio de Arteleku y UNIA-arteypensamiento, que han financiado
una parte considerable de este trabajo, y el seguimiento y edición de
los materiales por parte de Traficantes de Sueños hicieron el resto."
http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?Module=Files/FileDescripti\
on&ID=1658&lang=pt
-------------
[]s,
Roberto Takata
Assisti um documentário sobre Origens das espécies (Origens: how the world came to be), encontrado na net, numa visão criacionista; Há algum documentário, em uma visão diferente desta?
agradeço e aguardo notícias
abço Iara
Comparte video en la ventana de tus mensajes (y también tus fotos de Flickr). Usa el nuevo Yahoo! Messenger versión Beta. Visita http://e1.beta.messenger.yahoo.com/
Portal do Livro Didático quer ampliar a distribuição da informação no país
"O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict),
órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), está
implantando um portal dedicado ao livro didático. Trata-se de um
programa inédito, criado para beneficiar estudantes do ensino
fundamental, médio e superior de toda a rede pública do país. Além do
texto completo dos livros, estarão disponíveis fotos, gráficos e
ilustrações, com acesso público e gratüito.
Esta iniciativa vai contemplar 167 mil escolas de ensino médio e
fundamental e aproximadamente 1.700 universidades. Estima-se que cerca
de 50 milhões de estudantes serão atendidos pelo portal."
http://www.ibict.br/noticia.php?page=11&id=272
-----------------------
[]s,
Roberto Takata
A Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal dos Deputados irá
promover uma audiência pública sobre livros didáticos no próximo dia
22 de novembro.
----------------------
COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA
53ª Legislatura - 1ª Sessão Legislativa Ordinária
LOCAL: Plenário 10 do Anexo II
HORÁRIO: 10h
PAUTA DE REUNIÃO ORDINÁRIA
AUDIÊNCIA PÚBLICA
DIA 22/11/2007
Tema:
O Livro Didático no Brasil.
Convidados:
*Representante do Ministério da Educação;
*Sra. Maria Auxiliadora Seabra Rezende, Presidente do Conselho
Nacional de Secretários de Educação (CONSED);
*Sra. Juçara Maria Dutra Vieira, Presidente da Confederação Nacional
dos Trabalhadores em Educação (CNTE);
*Sra. Cleuza Rodrigues Repulho, Representante da União Nacional dos
Dirigentes Municipais de Educação
*Sr. João Arinos Ribeiro dos Santos, Presidente da Associação
Brasileira de Editores de Livros (ABRELIVROS)
*Sr. José de Nicola Neto, Presidente da Associação Brasileira dos
Autores de Livros Educativos (ABRALE)
http://www.camara.gov.br/internet/ordemdodia/integras/523229.htm
----------------------
[]s,
Roberto Takata
Prezados membros da lista indica-saidi (Projeto Open Books),
Em função dos recentes ataques de spammers à lista, mudarei a
configuração da lista, para q a entrada dos membros não seja mais
automática.
Lamento pelo ocorrido e conto com a compreensão de todos.
[]s,
Roberto Takata
Valeu. Darei uma estudada. Embora, claro, espero q seja uma decisão
coletiva.
[]s,
Roberto Takata
--- In indica-saidi@yahoogroups.com, "Sergio F. Lima" <oigreslima@...>
> O texto no apontador abaixo é o que você queria!
> http://www.linuxmagazine.com.br/issue/01/Mediawiki.pdf
>
> Depois ele explica como configurar o MediaWiki para se proteger de
> vandalismos e edições não autorizadas e etc..
>
> Espero que seja útil para a tomada de decisão sobre que ferramenta
> escolher!
A primeira parte fala da instalação, caso seja feita pelos modos usuais (como disse antes, alguns hospedeiros tem instaladores automatizados, basta um clique!)
Depois ele explica como configurar o MediaWiki para se proteger de vandalismos e edições não autorizadas e etc..
Espero que seja útil para a tomada de decisão sobre que ferramenta escolher!
--- In indica-saidi@yahoogroups.com, "Sérgio Lima" <oigreslima@...>
> Mas existe bastante documentação sobre como fazer... posso dar uma
> pesquisada e te dar uma resposta mais concreta!
Se puder nos fazer esse favor seria de grande ajuda.