Olá, pessoal, sou novo nesse grupo. Meu nome é Cássio e sou de Brasília. Um
grande prazer estar aqui.
Estou com um pequeno problema. Já programo em Smalltalk há seis meses e conheço
um pouco da sua estrutura. Gostaria de saber se já existe alguma função ou
pacote pronto para processamento de imagens. Isso é, funções capazes de ler
sequencialmente bitmaps, jpgs, por exemplo.
Alguém já trabalhou com isso ou tem conhecimento e pode me ajudar?
Obrigado desde já
A Fundación Argentina de Smalltalk, FAST :), tem um novo site sobre o
simpósio de Smalltalk em Buenos Aires no fim de Novembro:
http://www.fast.org.ar
Segue em anexo um email em inglês detalhando o evento.
-- Jecel
====forwarded====
Argentina's third Smalltalk conference, Smalltalks 2009, will be held
from November 19th through November 21rd at the Facultad de Ciencias
Exactas y Naturales (FCEyN), Universidad de Buenos Aires (UBA).
All those connected with Smalltalk, be it faculty, students,
researchers, developers or entrepreneurs, are invited to participate,
free of cost, as presenters and members of the audience. The
organization committee will announce the registration website shortly.
The conference's goal is to gather both the Argentine and International
Smalltalk community to get connected sharing our work and experience
with regards to Smalltalk or related topics. Smalltalks 2009
presentations will be divided between the "Industry and Development" and
"Research and Education" categories. In addition, the event will host a
Smalltalk programming contest. As in other editions, well known
personalities from the international community will attend the conference.
The "Research and Education" category is the best match for research and
education work done with Smalltalk in universities and public or private
entities. The "Industry and Development" category is suitable for
presentations related to Smalltalk software developed by companies or
individuals, both public and private.
A list of suggested presentation topics, not exclusive, is below:
* Development tools.
* Development with prototypes.
* Model driven development.
* Agile practices (XP, TDD, etc).
* Web application development.
* Metamodeling / metaprogramming.
* New frameworks or models.
* Materials for education.
* Embedded systems and robotics.
* SOA and web services.
* Experience reports, both development and research.
* Commercial systems.
* Automation and best testing practices.
* Interoperability with other technologies.
* Best design and architecture practices.
Interested presenters should keep in mind the following deadline schedule.
1. You must present a summary of the proposed presentation no later
than Monday, October 19th, 2009. The summary must fit on a single page,
and must include a description, objective, and category of the work to
be shown. The submission procedure will be announced shortly.
2. The conference's program committee will select the event's
presentations from the proposals submitted according to the above
procedure by Monday, October 26th. The proposals including dynamic
examples as opposed to just static presentations will be given priority.
3. The conference schedule will be published in the conference's
website on Wednesday, October 28th.
4. The conference's works and presentations will be published in the
conference's website after the conference.
Those interested in the coding contest can become familiarized with it
at the smalltalks-2009-coding-contest Google group:
smalltalks-2009-coding-contest@googlegroups.com
The contest's goal is to have a good time solving a problem in
Smalltalk, and win a prize while at it. We are working hard to ensure
everyone can participate, and we will show examples and prototypes that
can be improved by the participants.
For directions to FCEyN, you can go to the computer science department's
web site:
http://dc.uba.ar
Feel free to share this invitation with those who might be interested.
If you have any questions, send us an email at
fundacion (dot) smalltalk (at) gmail (dot) com
See you at the conference!
Smalltalks 2009 Organization Committee.
Na semana que vem em Porto Alegre teremos uma trilha dedicada ao
Smalltalk pela primeira vez no FISL. Nesta edição serão apenas duas
palestras:
http://fisl.softwarelivre.org/10/papers/pub/
Seaside versus Rails
Autor(es) Luiz Fernando Oliveira Corte Real, Fabio Kung
Macrotema Desenvolvimento: Smalltalk
Horário 24/06/2009, 11:00/12:00, fisl1 - 40A
Descrição: Por que usar Rails/Seaside? Quais são as vantagens de cada
um? O que cada um tem a aprender com o outro? Veremos os conceitos por
trás de cada um e como cada um se sai na teoria e na prática.
SiliconSqueak - open source hardware for Smalltalk
Autor(es) Jecel Mattos de Assumpção Júnior
Macrotema Desenvolvimento: Smalltalk
Horário 24/06/2009, 13:00/14:00, fisl5 - 41D
Descrição: The open source Smalltalk called Squeak is implemented with a
virtual machine which is normally interpreted on the many different
computers on which is runs. SiliconSqueak is an open source (using FPGAs
- programmable chips) hardware version of that virtual machine.
É um começo.
-- Jecel
Olá Jecel,
2009/5/11 Jecel Assumpcao Jr <jecel@...>:
>
> Não conheço os detalhes, mas sei que no início dos anos 1990 o grupo do
> Sílvio Meira na UFPE investiu pesado num sistema de hipertexto em
> Smalltalk. Ai veio a www e o trabalho deles acabou totalmente ignorado.
> Para evitar que isso se repetisse, eles resolveram sempre trabalhar
> apenas com padrões de indústria e por isso mudaram do Smalltalk para o
> Java por volta de 1995.
>
Engraçado. Meu orientador de mestrado é o próprio Silvio. E hoje de
madrugada eu mandei para ele uma proposta de projeto justamente com
base em hipertexto......
essa história eu não sabia. Vou procurar saber detalhes!
> Quanto ao trabalho do Ted Nelson, uma das versões que ficaram quase
> prontas do seu Xanadu na AutoDesk foi escrito em Smalltalk com a idéia
> de ser reescrito em C++ (talvez automaticamente) para o uso comercial.
> Veja o captítulo 12 de
>
> http://www.wired.com/wired/archive/3.06/xanadu_pr.html
>
ótimo, grato pela referência!
> Quanto ao trabalho do Doug Engelbart, uma versão recente foi
> desenvolvida em Squeak.
>
> http://www.pcmag.com/article2/0,1895,1978648,00.asp
>
Eu fiquei sabendo (tarde...com 3 anos de atraso) do projeto
hyperscope, mas não consegui maiores informações com os autores (e as
últimas mensagens das mailing lists são de 2006).
Eu ouvi falar um tempo atrás do openaugment, mas não tive sucesso
instalando ele (provavelmente, por falta de atenção). Bom, parece que
estas sao as minhas opcoes.
Obrigado Jecel, (e espero poder ir ao FISL conhece-lo pessoalmente)
[]s
--
Thiago Silva
Computer Science
M.Sc. Candidate at Federal University of Pernambuco
jabber/gtalk: tsilva@...http://blog.sourcecraft.info
Thiago Silva escreveu:
> gostaria de saber se alguém nesta lista conhece algum software de
> hipertexto escrito Smalltalk (ou, derrepente, em outra
> linguagem/ambiente). Quando digo "hipertexto", não me refiro à
> browsers ou à www, mas a algo mais completo, seguindo a visão de doug
> engelbart, ted nelson, etc.
Não conheço os detalhes, mas sei que no início dos anos 1990 o grupo do
Sílvio Meira na UFPE investiu pesado num sistema de hipertexto em
Smalltalk. Ai veio a www e o trabalho deles acabou totalmente ignorado.
Para evitar que isso se repetisse, eles resolveram sempre trabalhar
apenas com padrões de indústria e por isso mudaram do Smalltalk para o
Java por volta de 1995.
Quanto ao trabalho do Ted Nelson, uma das versões que ficaram quase
prontas do seu Xanadu na AutoDesk foi escrito em Smalltalk com a idéia
de ser reescrito em C++ (talvez automaticamente) para o uso comercial.
Veja o captítulo 12 de
http://www.wired.com/wired/archive/3.06/xanadu_pr.html
Quanto ao trabalho do Doug Engelbart, uma versão recente foi
desenvolvida em Squeak.
http://www.pcmag.com/article2/0,1895,1978648,00.asp
-- Jecel
Olá,
gostaria de saber se alguém nesta lista conhece algum software de
hipertexto escrito Smalltalk (ou, derrepente, em outra
linguagem/ambiente). Quando digo "hipertexto", não me refiro à
browsers ou à www, mas a algo mais completo, seguindo a visão de doug
engelbart, ted nelson, etc.
Grato,
--
Thiago Silva
Computer Science
M.Sc. Candidate at Federal University of Pernambuco
jabber/gtalk: tsilva@...http://blog.sourcecraft.info
Vai haver uma trilha Smalltalk no FISL (Fórum Internacional de Software
Livre) nos dias 24 a 27 de julho. Quem quiser apresentar uma palestra
poderá fazer a incrição até dia 26 de abril em:
http://fisl.softwarelivre.org/10/www/chamada-de-trabalhos
Também em Porto Alegre, vai haver o primeiro SqueakFest fora dos EUA no
dias 23 a 25 de julho:
http://squeakland.org/squeakfest/brasil/about/
Quem quiser fazer uma oficina, palestra ou painel deverá enviar uma
proposta antes de primeiro de junho usando este formulário:
http://squeakland.org/squeakfest/submit/
São duas boas chances de encontrar outras pessoas interessadas em
Smalltalk (se bem que o segundo evento é mais voltado para a educação
infantil).
-- Jecel
Oi gente, estou tendo um problema com resoluções.
Estou desenvolvendo uma aplicação com o Visual Age da IBM.
No meu computador eu utilizo a resolução 1024x768 pixels.
Fui apresentar minha aplicação para um amigo e ele usava a resolução 800x600
pixels, como eu desenvolvi a aplicação numa resolução maior do que a dele, a
tela acabou cortando parte da minha aplicação, impossibilitando o uso da mesma.
Tentei desenvolver em 800x600 pixels mas, ao testar em uma resolução 1024x768
pixels ficou um espaço vazio ao maximizar a aplicação.
Se eu desabilitar a função de maximizar isso não ocorrerá novamente, porém o
Visual Age da Smalltalk tem o seguinte probleminha (ou o problema sou eu): mesmo
desabilitando a função de aumentar a janela clicando e arrastando uma lateral,
ela funciona, o que faz a aplicação ficar com um espaço em branco de novo.
Se alguem utiliza Visual Age, já utilizou, ou sabe resolver esse problema por
favor me ajude, pois não sei se o problema é do programa que eu utilizo ou se
isso ocorre com qualquer programa.
Grato, Julio.
Brigado por compartilhar Danilo. Foi de fato o case falado em:
"...Pode ser que o framework que interfaceia com o teu rdbms esteja te fazendo passar um mal momento..."
Ainda bem que voces consiguiram desmitificar essa!
abraço,
Sebastian
De: st-br@yahoogroups.com [mailto:st-br@yahoogroups.com] En nombre de danilo.marcondes Enviado el: Tuesday, January 20, 2009 10:11 Para: st-br@yahoogroups.com Asunto: [st-br] Re: Problemas para gerar statement SQL
Olá Jecel!
Essa parte, (wstm := wstm copyFrom: 1 to: (wstm size - 4)), onde ele tira os caracteres é proposital, para retirar um "AND" final do statement.
Mas um programador da empresa onde trabalho me deu uma ajuda, acho que ele já tinha enfrentado algum problema parecido com o meu, hehe.
Aqui onde trabalho, opero bastante com bancos do DB2 (IBM) e alguns do Access. Dessa vez, estava mexendo com um banco MySQL.
No banco DB2, por exemplo, quando tenho um campo no banco de dados do tipo CHAR(15), e digito uma palavra com 10 caracteres, o resto o próprio DB2 completa com espaços em branco. Porém, se eu tenho mesmo caso em um banco MySQL, ele completa o restante com um caracter de valor nulo, que no smalltalk é o caracter "(Character value: 0)".
Esse era o problema: Quando o programa ia concatenando os registros no meu statement, e encontrava um campo desse tipo, esse caracter nulo "quebrava" a String, e então eu obtia o erro na síntaxe.
Para solucionar o problema, precisei apenas utilizar o método "abtWithoutOccurencesOf: (Character value: 0)", retirando esse caracter nulo quando o campo fosse CHAR.
Agora o programa monta os statements corretamente.
Achei importante postar essa mensagem, caso alguém enfrente o mesmo problema, para não ter de "quebrar a cabeça" como eu, hehe.
De qualquer forma, muito obrigado!
Danilo Marcondes
--- In st-br@yahoogroups.com, "Jecel Assumpcao Jr" <jecel@...> wrote: > > Danilo, > > [...] > > Não sei por qual razão, quando o statement é passado para ser > > executado, o smalltalk "come" o final dele. Dessa forma, quando tento > > executar o UPDATE, o programa me retorna erro de sintaxe. > [...] > > wstm := wstm copyFrom: 1 to: (wstm size - 4). > [...] > > Aqui você está "comendo o final do texto" de propósito. E logo na linha > seguinte passa a ser o meio do texto de modo que imagino que não é disso > que você está falando. Só achei o -4 meio estranho - você não só apaga a > ',' e o CR e LF mas também o caracter final do resultado de (self > asSql: (wrow at: (wnom asSymbol))). É sempre um espaço ou algo assim? > > Eu aproveitaria os recursos interativos do ambiente de programação. > Execute a expressão passo a passo no "debugger" (sem entrar em cada > submétodo na primeira vez) e uso os inspetores para ver os detalhes de > cada objeto envolvido. > > Boa sorte! > -- Jecel >
Olá Jecel!
Essa parte, (wstm := wstm copyFrom: 1 to: (wstm size - 4)), onde ele
tira os caracteres é proposital, para retirar um "AND" final do
statement.
Mas um programador da empresa onde trabalho me deu uma ajuda, acho
que ele já tinha enfrentado algum problema parecido com o meu, hehe.
Aqui onde trabalho, opero bastante com bancos do DB2 (IBM) e alguns
do Access. Dessa vez, estava mexendo com um banco MySQL.
No banco DB2, por exemplo, quando tenho um campo no banco de dados do
tipo CHAR(15), e digito uma palavra com 10 caracteres, o resto o
próprio DB2 completa com espaços em branco.
Porém, se eu tenho mesmo caso em um banco MySQL, ele completa o
restante com um caracter de valor nulo, que no smalltalk é o
caracter "(Character value: 0)".
Esse era o problema: Quando o programa ia concatenando os registros
no meu statement, e encontrava um campo desse tipo, esse caracter
nulo "quebrava" a String, e então eu obtia o erro na síntaxe.
Para solucionar o problema, precisei apenas utilizar o
método "abtWithoutOccurencesOf: (Character value: 0)", retirando esse
caracter nulo quando o campo fosse CHAR.
Agora o programa monta os statements corretamente.
Achei importante postar essa mensagem, caso alguém enfrente o mesmo
problema, para não ter de "quebrar a cabeça" como eu, hehe.
De qualquer forma, muito obrigado!
Danilo Marcondes
--- In st-br@yahoogroups.com, "Jecel Assumpcao Jr" <jecel@...> wrote:
>
> Danilo,
>
> [...]
> > Não sei por qual razão, quando o statement é passado para ser
> > executado, o smalltalk "come" o final dele. Dessa forma, quando
tento
> > executar o UPDATE, o programa me retorna erro de sintaxe.
> [...]
> > wstm := wstm copyFrom: 1 to: (wstm size - 4).
> [...]
>
> Aqui você está "comendo o final do texto" de propósito. E logo na
linha
> seguinte passa a ser o meio do texto de modo que imagino que não é
disso
> que você está falando. Só achei o -4 meio estranho - você não só
apaga a
> ',' e o CR e LF mas também o caracter final do resultado de (self
> asSql: (wrow at: (wnom asSymbol))). É sempre um espaço ou algo
assim?
>
> Eu aproveitaria os recursos interativos do ambiente de programação.
> Execute a expressão passo a passo no "debugger" (sem entrar em cada
> submétodo na primeira vez) e uso os inspetores para ver os detalhes
de
> cada objeto envolvido.
>
> Boa sorte!
> -- Jecel
>
Danilo,
[...]
> Não sei por qual razão, quando o statement é passado para ser
> executado, o smalltalk "come" o final dele. Dessa forma, quando tento
> executar o UPDATE, o programa me retorna erro de sintaxe.
[...]
> wstm := wstm copyFrom: 1 to: (wstm size - 4).
[...]
Aqui você está "comendo o final do texto" de propósito. E logo na linha
seguinte passa a ser o meio do texto de modo que imagino que não é disso
que você está falando. Só achei o -4 meio estranho - você não só apaga a
',' e o CR e LF mas também o caracter final do resultado de (self
asSql: (wrow at: (wnom asSymbol))). É sempre um espaço ou algo assim?
Eu aproveitaria os recursos interativos do ambiente de programação.
Execute a expressão passo a passo no "debugger" (sem entrar em cada
submétodo na primeira vez) e uso os inspetores para ver os detalhes de
cada objeto envolvido.
Boa sorte!
-- Jecel
Para ver se o statement estava realmente correto, eu mandei que o
Smalltalk gerasse para mim um arquivo texto com ele.
Ao abrir o arquivo, vi que o statement estava com a sintaxe correta.
Eu até verifiquei a rotina que pega os registros do banco de dados,
mas os valores vêm normalmente...
O problema é realmente na hora de passar o string gerado ou de exibí-
lo para mim, é aí que ele aparece cortado.
O pior é que se eu gero um texto desse tamanho de alguma outra forma
(por exemplo, concatenando informações que eu mesmo tenha digitado),
ele gera o texto sem problemas também, mas o exibe inteiro.
Ainda estou procurando algo no VisualAge para ver se acho alguma
coisa ou a razão do problema.
Obrigado!
--- In st-br@yahoogroups.com, "Sebastian Sastre" <ssastre@...> wrote:
>
> Olá Danilo,
> certamente o default de um string *não é* ficar "comido" como para
ter que
> pedi-lo enteiro. Ele é o que é.
> Pode ser que o framework que interfaceia com o teu rdbms esteja te
fazendo
> passar um mal momento. Outra coisa pode ser o driver de odbc.
> Eu tentaría com opçoes ou com alguma ferramenta de diagnostico que
permita estar
> 100% certo de que o problema e dentro do st ou fora (drives, rdbms
encoding
> issues, etc).
> Se o string que teu codigo forma executa bem via um cliente
externo, nao vejo
> porque questiona lo.
> hope this helps,
> Sebastian
>
>
>
> _____
>
> De: st-br@yahoogroups.com [mailto:st-br@yahoogroups.com] En nombre
de
> danilo.marcondes
> Enviado el: Tuesday, January 13, 2009 11:21
> Para: st-br@yahoogroups.com
> Asunto: [st-br] Problemas para gerar statement SQL
>
>
>
> Estou programando uma classe no Smalltalk (VisualAge 6.0), que lê
um
> registro de uma tabela em um banco de dados e monta um statement de
> UPDATE, baseado nos nomes dos campos e nas informações que cada um
> deles contém.
>
> O statement UPDATE é gerado corretamente, e fica com um tamanho de
> pouco menos de 600 caracteres.
>
> Não sei por qual razão, quando o statement é passado para ser
> executado, o smalltalk "come" o final dele. Dessa forma, quando
tento
> executar o UPDATE, o programa me retorna erro de sintaxe.
>
> Esse é o meu método:
>
> ====================================================================
> alteraLinha: wrow chave: wchv tabela: wtab
>
> | wconweb wtabweb wstm wcr waux wlst |
>
> wconweb := AbtDbmSystem activeDatabaseConnectionWithAlias: 'WEBDB'.
>
> wtabweb := wconweb openTableNamed: #Tabela ifError: [ :werr |
> self rc: (self trataErro: werr).
> ^false
> ].
>
> wlst := wtabweb columnNamesIfError: [ :werr |
> self rc: (self trataErro: werr).
> ^false
> ].
>
> wcr := ((String with: (Character value: 13)), (String with:
> (Character value: 10))).
> wstm := 'UPDATE ', wtab, ' SET ', wcr.
>
> wlst do:[ :wnom |
>
> wstm := wstm, wnom, ' = '.
> wstm := wstm, (self asSql: (wrow at: (wnom
> asSymbol))).
> wstm := wstm, ', ', wcr.
>
> ].
>
> wstm := wstm copyFrom: 1 to: (wstm size - 4).
> wstm := wstm, ' WHERE ', wchv, ' = ', (self asSql: (wrow at: (wchv
> asSymbol))).
>
> wconweb executeSQLStatement: wstm ifError: [ :werr |
> self rc: (self trataErro: werr).
> ^false
> ].
>
> ====================================================================
>
> Obs.: O método "self asSql:" apenas transforma a informação que
> estiver em determinado campo no registro, para incluí-la na
> formatação correta no statement de update.
>
> Não sei se existe algum atributo na classe String que me permita
> enviar todos os caracteres.
> Achei um tanto quanto incomum esse evento, mas se alguém souber de
> alguma coisa, agradeço muito!
>
> Obrigado.
>
certamente o default de um string *não é* ficar "comido" como para ter que pedi-lo enteiro. Ele é o que é.
Pode ser que o framework que interfaceia com o teu rdbms esteja te fazendo passar um mal momento. Outra coisa pode ser o driver de odbc.
Eu tentaría com opçoes ou com alguma ferramenta de diagnostico que permita estar 100% certo de que o problema e dentro do st ou fora (drives, rdbms encoding issues, etc).
Se o string que teu codigo forma executa bem via um cliente externo, nao vejo porque questiona lo.
hope this helps,
Sebastian
De: st-br@yahoogroups.com [mailto:st-br@yahoogroups.com] En nombre de danilo.marcondes Enviado el: Tuesday, January 13, 2009 11:21 Para: st-br@yahoogroups.com Asunto: [st-br] Problemas para gerar statement SQL
Estou programando uma classe no Smalltalk (VisualAge 6.0), que lê um registro de uma tabela em um banco de dados e monta um statement de UPDATE, baseado nos nomes dos campos e nas informações que cada um deles contém.
O statement UPDATE é gerado corretamente, e fica com um tamanho de pouco menos de 600 caracteres.
Não sei por qual razão, quando o statement é passado para ser executado, o smalltalk "come" o final dele. Dessa forma, quando tento executar o UPDATE, o programa me retorna erro de sintaxe.
Obs.: O método "self asSql:" apenas transforma a informação que estiver em determinado campo no registro, para incluí-la na formatação correta no statement de update.
Não sei se existe algum atributo na classe String que me permita enviar todos os caracteres. Achei um tanto quanto incomum esse evento, mas se alguém souber de alguma coisa, agradeço muito!
Estou programando uma classe no Smalltalk (VisualAge 6.0), que lê um
registro de uma tabela em um banco de dados e monta um statement de
UPDATE, baseado nos nomes dos campos e nas informações que cada um
deles contém.
O statement UPDATE é gerado corretamente, e fica com um tamanho de
pouco menos de 600 caracteres.
Não sei por qual razão, quando o statement é passado para ser
executado, o smalltalk "come" o final dele. Dessa forma, quando tento
executar o UPDATE, o programa me retorna erro de sintaxe.
Esse é o meu método:
====================================================================
alteraLinha: wrow chave: wchv tabela: wtab
| wconweb wtabweb wstm wcr waux wlst |
wconweb := AbtDbmSystem activeDatabaseConnectionWithAlias: 'WEBDB'.
wtabweb := wconweb openTableNamed: #Tabela ifError: [ :werr |
self rc: (self trataErro: werr).
^false
].
wlst := wtabweb columnNamesIfError: [ :werr |
self rc: (self trataErro: werr).
^false
].
wcr := ((String with: (Character value: 13)), (String with:
(Character value: 10))).
wstm := 'UPDATE ', wtab, ' SET ', wcr.
wlst do:[ :wnom |
wstm := wstm, wnom, ' = '.
wstm := wstm, (self asSql: (wrow at: (wnom
asSymbol))).
wstm := wstm, ', ', wcr.
].
wstm := wstm copyFrom: 1 to: (wstm size - 4).
wstm := wstm, ' WHERE ', wchv, ' = ', (self asSql: (wrow at: (wchv
asSymbol))).
wconweb executeSQLStatement: wstm ifError: [ :werr |
self rc: (self trataErro: werr).
^false
].
====================================================================
Obs.: O método "self asSql:" apenas transforma a informação que
estiver em determinado campo no registro, para incluí-la na
formatação correta no statement de update.
Não sei se existe algum atributo na classe String que me permita
enviar todos os caracteres.
Achei um tanto quanto incomum esse evento, mas se alguém souber de
alguma coisa, agradeço muito!
Obrigado.
veja que tentar compensar um time fraco em know how com o linguagem e uma desição mediocre. O que mais pode ajudar os iniciates e unit test e que eles sejam bem tutoreados. Abandonar programadores jr com requerimentos so faz desastres que nehum refactoring browser vai conseguer maquiar. O caminho e nivelar para cima mesmo com times muito pequenos e dedicados.
Amazon faiz isso para cada um dos seus aplicativos (mesmo sem usar smalltalk). E para resolver o problema de conseguir escala.
Agora "començar a cair a ficha" e ainda longe de "se convertir em mainstream" eu nao diria isso. Mudar o momentum do mainstream pode requerir um par de decadas nao da para querer saber agora. O que coloco com enfase é que ha oportunidades muito interesantes: quem coloca seu talento no fogo frita o ovo :)
Por outra parte concordo plenamente com voce em que o marketig de Smalltalk basically sucks :P
Ruby por outra parte tem um excelente marketing. Ele seduz porque o Ruby tem resolvidas coisas comuns muito facil. Muito out of the box. Agora o ruby tem uma sintaxis poluida e se bem consegue fazer reflexao ainda nao da conta de coisas como continuations. Assim foi que o Avi Bryant abandonou Ruby para desenvolver o Seaside em Smalltalk. Eu vejo o Ruby como o priminho bonitao do Smalltalk :) os rubiers sao simpaticos e eles entendem da importancia do negocio ser dinamico mesmo. Se agranda a familia. Tem cada vez mais linguagems dinamicas. Por outro lado acho que devemos a esse povo o Prototype e o Scriptaculous que sao MIT ne?
O mais importante, como sempre, nao é o suporte mas o que fazemos com ele.
abraco,
Sebastian Sastre
De: st-br@yahoogroups.com [mailto:st-br@yahoogroups.com] En nombre de agnaldo4j Enviado el: Lunes, 10 de Noviembre de 2008 16:42 Para: st-br@yahoogroups.com Asunto: Re: [st-br] Re: Consulta sobre Smalltalk no Brasil
Olá a todos da lista.
Essa discussão é muito boa. Vejo pessoas indo para o ruby(Rails) e se encantando com a linguagem(Meta-programming, Closures etc...), porém muitos não ligam ou nunca leram livros sérios sobre OO, design patterns e refatoração de código existente. Em alguns repositórios vejo códigos fracamente orientados a objetos ou mesmo não OO. Como ficaria manter um sistema grande com tipagem dinâmica, código de baixa qualidade e sem testes, sei que isso acontece com Java tb, mas devido a seus IDEs da pra seguir na sugeira, sei por que antes de entrar na Objective eu vivia nesse mundo. Quando trabalhava na Objective Solutions, se mantia uma forte fiscalização de todos os desenvolvedores, para que estes padrões fossem respeitados. (mas existiam desenvolvedores capazes de cordenar isso) além de ser uma filosofia do smalltalk.
Linguagens com tipagem forte tem suas vantagens, principalmente em times com fraco conhecimento em OO, Design Patterns e Refatoração.
Nas comunidades Smalltalk isso não acontece, pois somos fanaticos por OO, Padrões e Refatoração e Testes. Mas não diria que existe um movimento para que smalltalk se torne uma linguagem de mainstream, pois o movimento que vejo, é um movimento para linguagem script com quanto mais facilidades melhor, não uma movimentação por OO, Padrões de Projeto, Refatoração de Código Existente e Testes.
Enquanto isso vejo ótimos desenvolvedores OO trabalhando com java ou criando suas próprias linguagens http://boo.codehaus.org.
Lembro que em parte a culpa é minha também, pois quantos projetos open-source em smalltalk eu tenho? nenhum! apenas estudos e 1 ano desenvolvendo no ObjectStudio.
Quantas palestras eu já dei usando smalltalk(squeak) para ensinar OO, Padrões, Refatoração e Testes? nehuma!
Acho que precisamos de mais marketing sobre o smalltalk.
Senhores eu paro por aqui, gostaria de escrever mais e de uma forma mais organizada, mas não dá. escrevi apenas alguns pensamentos e teria que me aprofundar mais em cada um para ser melhor entendido.
Agnaldo.
Pode ser mas veja bem que no mercado mundial a tendencia mostra sinais fortes de començar a se reverter.
Ruby e Javascript estao ajudando ao mundo a "cair na ficha" de que as tecnologias dinámicas são um caminho com futuro.
Tecnologias "duras" muitas veces tem demasiado momentum para se adaptar rapidamente aos cambios.
Ver coisas como VM do Google crhome e uma excelente sinal de amadurecimento do mercado.
Não devería ser preciso lembrar o papel do Smalltalk ai. Fica tambem a ser avaliada a competitividade que traz ser um talento nele para a proxima decada.
Be prepared! ;-)
flws,
Sebastian Sastre
De: st-br@yahoogroups.com [mailto:st-br@yahoogroups.com] En nombre de Samuel Tschiedel Enviado el: Domingo, 09 de Noviembre de 2008 19:47 Para: st-br@yahoogroups.com Asunto: [st-br] Re: Consulta sobre Smalltalk no Brasil
“Como você diz, trabalhar com uma tecnologia tão especifica as vezes resulta uma limitação com respeito as ofertas de trabalho, mas as vezes ao ser tão escassos passam a ser parte de uma elite.”
Eu vejo a primeira parte exatamente ao contrário: específicas são as linguagens de mercado, que sacrificam expressividade e outros aspectos interessantes em nome da resolução rápida dos problemas.
Essa discussão é muito boa.
Vejo pessoas indo para o ruby(Rails) e se encantando com a
linguagem(Meta-programming, Closures etc...), porém muitos não ligam ou
nunca leram livros sérios sobre OO, design patterns e refatoração de
código existente.
Em alguns repositórios vejo códigos fracamente orientados a objetos ou
mesmo não OO.
Como ficaria manter um sistema grande com tipagem dinâmica, código de
baixa qualidade e sem testes, sei que isso acontece com Java tb, mas
devido a seus IDEs da pra seguir na sugeira, sei por que antes de
entrar na Objective eu vivia nesse mundo.
Quando trabalhava na Objective Solutions, se mantia uma forte
fiscalização de todos os desenvolvedores, para que estes padrões fossem
respeitados. (mas existiam desenvolvedores capazes de cordenar isso)
além de ser uma filosofia do smalltalk.
Linguagens com tipagem forte tem suas vantagens, principalmente em
times com fraco conhecimento em OO, Design Patterns e Refatoração.
Nas comunidades Smalltalk isso não acontece, pois somos fanaticos por
OO, Padrões e Refatoração e Testes.
Mas não diria que existe um movimento para que smalltalk se torne uma
linguagem de mainstream, pois o movimento que vejo, é um movimento para
linguagem script com quanto mais facilidades melhor, não uma
movimentação por OO, Padrões de Projeto, Refatoração de Código
Existente e Testes.
Enquanto isso vejo ótimos desenvolvedores OO trabalhando com java ou
criando suas próprias linguagens http://boo.codehaus.org.
Lembro que em parte a culpa é minha também, pois quantos projetos
open-source em smalltalk eu tenho? nenhum! apenas estudos e 1 ano
desenvolvendo no ObjectStudio.
Quantas palestras eu já dei usando smalltalk(squeak) para ensinar OO,
Padrões, Refatoração e Testes? nehuma!
Acho que precisamos de mais marketing sobre o smalltalk.
Senhores eu paro por aqui, gostaria de escrever mais e de uma forma
mais organizada, mas não dá. escrevi apenas alguns pensamentos e teria
que me aprofundar mais em cada um para ser melhor entendido.
Agnaldo.
Pode ser mas veja bem que
no mercado mundial a tendencia mostra sinais fortes de començar a se
reverter.
Ruby e Javascript estao
ajudando ao mundo a "cair na ficha" de que as tecnologias dinámicas são
um caminho com futuro.
Tecnologias "duras"
muitas veces tem demasiado momentum para se adaptar rapidamente aos
cambios.
Ver coisas como VM do
Google crhome e uma excelente sinal de amadurecimento do mercado.
Não devería ser preciso
lembrar o papel do Smalltalk ai. Fica tambem a ser avaliada a
competitividade que traz ser um talento nele para a proxima decada.
Be prepared! ;-)
flws,
Sebastian Sastre
De:
st-br@yahoogroups.com [mailto:st-br@yahoogroups.com] En
nombre de Samuel Tschiedel Enviado el: Domingo, 09 de Noviembre de 2008 19:47 Para: st-br@yahoogroups.com Asunto: [st-br] Re: Consulta sobre Smalltalk no Brasil
“Como você
diz, trabalhar com uma tecnologia tão especifica as vezes
resulta uma limitação com respeito as ofertas de trabalho, mas as vezes
ao
ser tão escassos passam a ser parte de uma elite.”
Eu vejo a
primeira parte exatamente ao contrário: específicas são as linguagens
de mercado, que sacrificam expressividade e outros aspectos
interessantes em nome da resolução rápida dos problemas.
Pode ser mas veja bem que no mercado mundial a tendencia mostra sinais fortes de començar a se reverter.
Ruby e Javascript estao ajudando ao mundo a "cair na ficha" de que as tecnologias dinámicas são um caminho com futuro.
Tecnologias "duras" muitas veces tem demasiado momentum para se adaptar rapidamente aos cambios.
Ver coisas como VM do Google crhome e uma excelente sinal de amadurecimento do mercado.
Não devería ser preciso lembrar o papel do Smalltalk ai. Fica tambem a ser avaliada a competitividade que traz ser um talento nele para a proxima decada.
Be prepared! ;-)
flws,
Sebastian Sastre
De: st-br@yahoogroups.com [mailto:st-br@yahoogroups.com] En nombre de Samuel Tschiedel Enviado el: Domingo, 09 de Noviembre de 2008 19:47 Para: st-br@yahoogroups.com Asunto: [st-br] Re: Consulta sobre Smalltalk no Brasil
“Como você diz, trabalhar com uma tecnologia tão especifica as vezes resulta uma limitação com respeito as ofertas de trabalho, mas as vezes ao ser tão escassos passam a ser parte de uma elite.”
Eu vejo a primeira parte exatamente ao contrário: específicas são as linguagens de mercado, que sacrificam expressividade e outros aspectos interessantes em nome da resolução rápida dos problemas.
Olá Samuel, Acho que deve ser um problema de interpretação do que você considera especifico e do que eu quero dizer. Com especifico estou fazendo referência a algo concreto e caraterístico da linguagem. Por exemplo uma pessoa que conhece Java com um pouco de treinamento poderia trabalhar com C ou C++, por ser semelhante em o que respeita à sintaxe e às estruturas. Mas as caraterísticas próprias de Smalltalk e por ser uma linguagem fracamente tipada, interpretada e que mantém o conceito de ambiente de objetos, fazem dela uma linguagem totalmente diferente. Isto é o que me refiro com especifico, não estou dizendo nem penso que seja uma linguagem para resolver um problema pontual, pelo contrario os sistemas desenvolvidos demonstram que seu uso é geral.
Não sei se era isto o que você se referia, mas isto era o que eu quiz dizer. Um abraço, Leandro
"Como
você diz, trabalhar com uma tecnologia tão especifica as vezes
resulta uma limitação com respeito as ofertas de trabalho, mas as vezes ao
ser tão escassos passam a ser parte de uma elite."
Eu
vejo a primeira parte exatamente ao contrário: específicas são as linguagens de
mercado, que sacrificam expressividade e outros aspectos interessantes em nome
da resolução rápida dos problemas.
-- "Somos arquitectos de nuestro propio destino." Albert Einstein
“Como
você diz, trabalhar com uma tecnologia tão especifica as vezes
resulta uma limitação com respeito as ofertas de trabalho, mas as vezes ao
ser tão escassos passam a ser parte de uma elite.”
Eu
vejo a primeira parte exatamente ao contrário: específicas são as linguagens de
mercado, que sacrificam expressividade e outros aspectos interessantes em nome
da resolução rápida dos problemas.
Olá Cairo, Alegro-me que tenha vontade de aprender Smalltalk. Eu acho que é uma bom linguagem para aprender bem os conceitos de programação orientada a objetos, os quais pode ser aplicada a qualquer outra tecnologia ou linguagem que você decida utilizar para resolver os problemas.
Atualmente nos utilizamos Visual Age Smalltalk o qual é muito potente e adecuado para para o desenvolvimento de aplicaçoes comerciais de mediano ou gran porte. Visual Age era um produto da IBM mas agora e comercializado por Instantiations este é o website http://www.instantiations.com/
Outra opção é VisualWorks de Cincom que, ao igual como Visual Age é muito potente, tem soporte para multi plataforma. O website é: http://www.cincomsmalltalk.com
O que tem de bom é o repositório publico de aplicações. Tem muitas ferramentas e extensões para o IDE e o grupo para fazer consulta tem muitos subscritos. Eles tem uma versão non-commercial que é 100% funcional, só tem a limitação que os produtos desenvolvidos devem ser para uso sem fins de lucro.
Também tem o Dolphin Smalltalk que é de Object-arts http://www.object-arts.com Este é meu Smalltalk preferido para começar. Tem como vantagem que é pequeno, simples e user-friendly. Lamentavelmente só funciona sobre windows e a community edition tem algumas limitaçoes em o que respeita a ferramentas e o IDE. Por exemplo nao tem o refactoring browser, source tracking system e não pode fazer o deploy das aplicações. Mas para ter o primeiro contato com Smalltalk eu acho que é o melhor.
Eu trabalhei dois anos com Doplhin XP 5.0 professional e eu posso dizer que é muito legal para desenvolver pequenas e medianas aplicações. Principalmente se tiver que construir muitas telas na aplicação. Bom Cairo, espero que seja-lhe útil os dados e qualquer duvida o inquietude em que eu possa lhe ajudar, não duvide em perguntar.
Um abraço, Leandro
Obrigado Jecel, então vou continuar com o squeak :)
Eu gostei muito da thread do Argentino (eca =X ). Mas o mais legal, é que quem faz o mercado é quem trabalha nele, se eu quiser solucionar as solução com ruby, vai ruby, se eu quiser com php, vai php, se quiser com smalltalk, vai com st!
Vejo muito na lista de ruby essa versão sobre mercado, e quem está sempre fala, que o mais importante é você solucionar seus problemas, indiferente da linguagem/tecnologia! :)
> Ae galera, estou meio que perdido, quando resolvi aprender smalltalk,
> esbarrei em um monte de coisa, smalltalk-71, 81, squeak, blah blah
> blah...
A primeira versão do Smalltalk funcionou na Xerox em 1972, mas era muito
different do que os atuais programadores de Smalltalk conhecem. Em 1974
teve uma versão melhorada e em 1976 uma mudança radical que deixou a
linguagem bem parecida com que é hoje. Depois que a versão de 1978, para
um computador portátil chamado "NoteTaker", foi cancelado pelos
executivos da empresa foi criada a versão de 1980 para ser distribuída
pelo mundo afora.
Várias empresas fizeram suas próprias versões, mas sempre compatíveis
com o Smalltalk-80. Em 1998 foi criado um padrão ANSI para a linguagem.
> Gostaria de saber de vocês por onde devo começar? Qual
> versões de smalltalk eu devo usar?
Estas versões são derivadas diretamente do Smalltalk-80 da Xerox:
- Squeak é software livre, desenvolvido inicialmente na Apple e depois
na Disney
- VisualWorks é um produto comercial da Cincom, mas pode ser usado de
graça para fins não lucrativos
Estas versões são baseadas no Smalltalk-80:
- VisualAge é um produto comercial desenvolvido pela OTI para a IBM e
recentemente vendido para a Instanciations
- Gemstone é um produto comercial que mistura Smalltalk com base de
dados
- Dolphin é um produto comercial para Windows
- Smalltalk MT é um produto comercial para Windows
- Smalltalk X era um produto comercial mas hoje é gratis
- GNU Smalltalk é software livre mas não tem a parte gráfica muito
desenvolvida
- Little Smalltalk é de domínio público e é só texto
A list completa seria bem mais comprida, mas acho que deu para ter uma
idéia.
> Eu quero aprender smalltalk e depois começar a usar seaside, não sei como é
> a compatibilidade entre essas versões com o framework.
O Squeak e o VisualWorks são as melhores opções para se aprender o
Seaside e o Gemstone é a melhor opção para uso bem pesado. O VisualWorks
tem um acabamento mais profissional e o Squeak a comunidade mais ativa.
Espero um dia ter tempo de colocar tudo isso em http://www.smalltalk.org.br mas por enquanto o site está vazio e a
melhor opção é mesmo perguntar aqui.
Cairo,
> Ae galera, estou meio que perdido, quando resolvi aprender smalltalk,
> esbarrei em um monte de coisa, smalltalk-71, 81, squeak, blah blah
> blah...
A primeira versão do Smalltalk funcionou na Xerox em 1972, mas era muito
different do que os atuais programadores de Smalltalk conhecem. Em 1974
teve uma versão melhorada e em 1976 uma mudança radical que deixou a
linguagem bem parecida com que é hoje. Depois que a versão de 1978, para
um computador portátil chamado "NoteTaker", foi cancelado pelos
executivos da empresa foi criada a versão de 1980 para ser distribuída
pelo mundo afora.
Várias empresas fizeram suas próprias versões, mas sempre compatíveis
com o Smalltalk-80. Em 1998 foi criado um padrão ANSI para a linguagem.
> Gostaria de saber de vocês por onde devo começar? Qual
> versões de smalltalk eu devo usar?
Estas versões são derivadas diretamente do Smalltalk-80 da Xerox:
- Squeak é software livre, desenvolvido inicialmente na Apple e depois
na Disney
- VisualWorks é um produto comercial da Cincom, mas pode ser usado de
graça para fins não lucrativos
Estas versões são baseadas no Smalltalk-80:
- VisualAge é um produto comercial desenvolvido pela OTI para a IBM e
recentemente vendido para a Instanciations
- Gemstone é um produto comercial que mistura Smalltalk com base de
dados
- Dolphin é um produto comercial para Windows
- Smalltalk MT é um produto comercial para Windows
- Smalltalk X era um produto comercial mas hoje é gratis
- GNU Smalltalk é software livre mas não tem a parte gráfica muito
desenvolvida
- Little Smalltalk é de domínio público e é só texto
A list completa seria bem mais comprida, mas acho que deu para ter uma
idéia.
> Eu quero aprender smalltalk e depois começar a usar seaside, não sei como é
> a compatibilidade entre essas versões com o framework.
O Squeak e o VisualWorks são as melhores opções para se aprender o
Seaside e o Gemstone é a melhor opção para uso bem pesado. O VisualWorks
tem um acabamento mais profissional e o Squeak a comunidade mais ativa.
Espero um dia ter tempo de colocar tudo isso em
http://www.smalltalk.org.br mas por enquanto o site está vazio e a
melhor opção é mesmo perguntar aqui.
-- Jecel
Olá Fernando, Aqui na Argentina a maioria dos meus colegas também trabalham com Java e .Net ou um mix entre Smalltalk e Java, e sem lugar a duvida que é muito difícil achar pessoas que trabalhem ou tenham trabalhado em Smalltalk. Este é um dos maiores inconvenientes que tem as empresas que actualmente trabalham o tem algum sistema em Smalltalk, mas alem de isso as universidades públicas como UBA, UTN ou UNLP, ensinam Smalltalk aos alunos das carreira de Engenharia em sistemas ou informática.
Sem embargo o que geralmente acontece é que em caso de precisar programadores, as mesmas empresas ensinam aos novos. Ou contratam o serviço da outra empresa para capacita-los. Muitos dos que trabalhamos em Smalltalk damos aulas na faculdade por o que resulta mais simples o trabalho.
Como você diz, trabalhar com uma tecnologia tão especifica as vezes resulta uma limitação com respeito as ofertas de trabalho, mas as vezes ao ser tão escassos passam a ser parte de uma elite. Tomara que as empresas e que os projetos em Smalltalk tenham muito sucessos. Eu acho que é o único jeito de gerar mais oportunidades de emprego e mais disponibilidades de Smalltalk developers.
Bom pessoal, um abraço para todos. Leandro
Trabalho na Accenture e sou programador Java, atualmente estou em um projeto trabalhando com 4 aplicações em Java e 26 aplicações em .Net.
Um tempo atrás penamos para encontrar algum lugar que desse treinamento em Smalltalk, pois o nosso cliente tem algumas aplicações nessa tecnologia, bom, o resultado foi que não encontrei nenhum lugar que fizesse isso.
No final por sorte encontramos um estudante que tinha aprendido alguma coisa de Smalltalk na faculdade então ele foi contratado como estagiário pela empresa.
Eu me cadastrei em vários lugares para ver se obtia alguma informação sobre essa tecnologia mas não foi nada fácil.
Ele está se saindo muito bem, sua aplicação ainda não entrou em Go Live, mas ele tem se dedicado muito ao Knowledge Transfer, este nosso cliente é americano.
Bom mas é legal estar por dentro, sempre aparecem casos assim, eu mesmo fui treinado esses ultimos 8 meses para trabalhar com uma ferramenta chamada Isis Papyrus hehe, aqui no Brasil não encontrei nenhuma referência... e outra ferramenta que as vezes aparece em nossos clientes é a ferramenta Documento.
Bom, oportunidades sempre vão existir para tudo e todos, podemos ter essa certeza, as vezes é ruim ficarmos muito envolvidos com algo tão específico, porém em outras vezes ser a "mosca branca" é o grande diferencial.
Leandro Arakaki escreveu (Tue, 28 Oct 2008 10:15:27 -0300)
> Que pena que não tenham empresas no Brasil que trabalhem > com Smalltalk, ainda aqui na Argentina temos algumas (não são > muitas como tinha lhes dito anteriormente) que fazem
> desenvolvimento em Smalltalk. Por exemplo Telecom, Siemens, > GeoAgris, Mercap software, Caesar systems, etc..
No fórum que tínhamos (nem todos gostavam dos grupos da Yahoo) tivemos
uma discussão sobre isso e o resultado foi uma lista de empresas que
tinham usado Smalltalk no Brasil ou que ainda usam. Infelizmente o software (PhpBB) usado era muito frágil e todos os textos foram perdidos depois de uma invasão. O archive.org não guardou uma cópia (acabei de
olhar em http://web.archive.org/web/20040130040526/www.smalltalk.org.br/forum/)
Os dois maiores centros de Smalltalk no mundo acadêmico brasileiro foram
a UFPE (grupo do Sílvio Meira) no norte e UFSC (vários grupos) no sul. O Miguel Jonathan da UFRJ também trabalhou bastante com o Smalltalk mas não sei se chegou a ter um grupo ou se era só ele. Em meados dos anos
1990 quase todo mundo migrou para o Java, mas restam alguns grupos na UFSC e inclusive dois professores de lá escreveram o único livro que conheço em português sobre o Smalltalk há poucos anos.
Em 1988 eu conversei com a Adele Goldberg sobre a empresa que ela estava
criando (ParcPlace) numa palestra que ela deu em São Paulo e ela disse que tinha diversos clientes por aqui. Na plateia tinha gente de empresas que estavam usando o Smalltalk V da Digitalk. No início dos anos 1990 eu
soube que a Ford eletrônica e o Banco Nacional estavam investindo pesado no Smallalk. A Objective Solutions, mencionada pelo Agnaldo, tinha o Banco Nacional como principal cliente em 1993 quando conversei com eles.
Não posso deixar de mencionar que venho desenvolvendo computadores Smalltalk no país desde 1984. Tive uma empresa chamada Inova de 1986 a 1988 e agora a Merlintec desde 1999.
-- Jecel
-- "Somos arquitectos de nuestro propio destino." Albert Einstein
Trabalho na Accenture e sou programador Java, atualmente estou em um projeto trabalhando com 4 aplicações em Java e 26 aplicações em .Net.
Um tempo atrás penamos para encontrar algum lugar que desse treinamento em Smalltalk, pois o nosso cliente tem algumas aplicações nessa tecnologia, bom, o resultado foi que não encontrei nenhum lugar que fizesse isso.
No final por sorte encontramos um estudante que tinha aprendido alguma coisa de Smalltalk na faculdade então ele foi contratado como estagiário pela empresa.
Eu me cadastrei em vários lugares para ver se obtia alguma informação sobre essa tecnologia mas não foi nada fácil.
Ele está se saindo muito bem, sua aplicação ainda não entrou em Go Live, mas ele tem se dedicado muito ao Knowledge Transfer, este nosso cliente é americano.
Bom mas é legal estar por dentro, sempre aparecem casos assim, eu mesmo fui treinado esses ultimos 8 meses para trabalhar com uma ferramenta chamada Isis Papyrus hehe, aqui no Brasil não encontrei nenhuma referência... e outra ferramenta que as vezes aparece em nossos clientes é a ferramenta Documento.
Bom, oportunidades sempre vão existir para tudo e todos, podemos ter essa certeza, as vezes é ruim ficarmos muito envolvidos com algo tão específico, porém em outras vezes ser a "mosca branca" é o grande diferencial.
Leandro Arakaki escreveu (Tue, 28 Oct 2008 10:15:27 -0300)
> Que pena que não tenham empresas no Brasil que trabalhem > com Smalltalk, ainda aqui na Argentina temos algumas (não são > muitas como tinha lhes dito anteriormente) que fazem
> desenvolvimento em Smalltalk. Por exemplo Telecom, Siemens, > GeoAgris, Mercap software, Caesar systems, etc..
No fórum que tínhamos (nem todos gostavam dos grupos da Yahoo) tivemos uma discussão sobre isso e o resultado foi uma lista de empresas que
tinham usado Smalltalk no Brasil ou que ainda usam. Infelizmente o software (PhpBB) usado era muito frágil e todos os textos foram perdidos depois de uma invasão. O archive.org não guardou uma cópia (acabei de
olhar em http://web.archive.org/web/20040130040526/www.smalltalk.org.br/forum/)
Os dois maiores centros de Smalltalk no mundo acadêmico brasileiro foram
a UFPE (grupo do Sílvio Meira) no norte e UFSC (vários grupos) no sul. O Miguel Jonathan da UFRJ também trabalhou bastante com o Smalltalk mas não sei se chegou a ter um grupo ou se era só ele. Em meados dos anos
1990 quase todo mundo migrou para o Java, mas restam alguns grupos na UFSC e inclusive dois professores de lá escreveram o único livro que conheço em português sobre o Smalltalk há poucos anos.
Em 1988 eu conversei com a Adele Goldberg sobre a empresa que ela estava
criando (ParcPlace) numa palestra que ela deu em São Paulo e ela disse que tinha diversos clientes por aqui. Na plateia tinha gente de empresas que estavam usando o Smalltalk V da Digitalk. No início dos anos 1990 eu
soube que a Ford eletrônica e o Banco Nacional estavam investindo pesado no Smallalk. A Objective Solutions, mencionada pelo Agnaldo, tinha o Banco Nacional como principal cliente em 1993 quando conversei com eles.
Não posso deixar de mencionar que venho desenvolvendo computadores Smalltalk no país desde 1984. Tive uma empresa chamada Inova de 1986 a 1988 e agora a Merlintec desde 1999.
Leandro Arakaki escreveu (Tue, 28 Oct 2008 10:15:27 -0300)
> Que pena que não tenham empresas no Brasil que trabalhem
> com Smalltalk, ainda aqui na Argentina temos algumas (não são
> muitas como tinha lhes dito anteriormente) que fazem
> desenvolvimento em Smalltalk. Por exemplo Telecom, Siemens,
> GeoAgris, Mercap software, Caesar systems, etc..
No fórum que tínhamos (nem todos gostavam dos grupos da Yahoo) tivemos
uma discussão sobre isso e o resultado foi uma lista de empresas que
tinham usado Smalltalk no Brasil ou que ainda usam. Infelizmente o
software (PhpBB) usado era muito frágil e todos os textos foram perdidos
depois de uma invasão. O archive.org não guardou uma cópia (acabei de
olhar em
http://web.archive.org/web/20040130040526/www.smalltalk.org.br/forum/)
Os dois maiores centros de Smalltalk no mundo acadêmico brasileiro foram
a UFPE (grupo do Sílvio Meira) no norte e UFSC (vários grupos) no sul. O
Miguel Jonathan da UFRJ também trabalhou bastante com o Smalltalk mas
não sei se chegou a ter um grupo ou se era só ele. Em meados dos anos
1990 quase todo mundo migrou para o Java, mas restam alguns grupos na
UFSC e inclusive dois professores de lá escreveram o único livro que
conheço em português sobre o Smalltalk há poucos anos.
Em 1988 eu conversei com a Adele Goldberg sobre a empresa que ela estava
criando (ParcPlace) numa palestra que ela deu em São Paulo e ela disse
que tinha diversos clientes por aqui. Na plateia tinha gente de empresas
que estavam usando o Smalltalk V da Digitalk. No início dos anos 1990 eu
soube que a Ford eletrônica e o Banco Nacional estavam investindo pesado
no Smallalk. A Objective Solutions, mencionada pelo Agnaldo, tinha o
Banco Nacional como principal cliente em 1993 quando conversei com eles.
Não posso deixar de mencionar que venho desenvolvendo computadores
Smalltalk no país desde 1984. Tive uma empresa chamada Inova de 1986 a
1988 e agora a Merlintec desde 1999.
-- Jecel
Olá Agnaldo,
Muito obrigado pela sua resposta.
Que pena que não tenham empresas no Brasil que trabalhem com
Smalltalk, ainda aqui na Argentina temos algumas (não são muitas como
tinha lhes dito anteriormente) que fazem desenvolvimento em Smalltalk.
Por exemplo Telecom, Siemens, GeoAgris, Mercap software, Caesar
systems, etc..
Não se conhecem este site http://www.clubsmalltalk.org/web/
. Foi feita por alguns Smalltalkers argentinos que estão trabalhando no
exterior. Acho que tem algumas coisas que pode ser útil para os
Smalltalkers.
Um abraço,
Leandro
Olá Leandro,
Infelismente no Brasil não existem empresas trabalhando com Smalltalk.
A única que desenvolve e mantem um sistema grande e a Objective
Solutions, mas
estão migrando para Java, eu já tive a oportunidade de ganhar dinheiro
desenvolvendo
em Smalltalk no Brasil, mas não sei se existirá uma outra oportunidade.
[]s
Agnaldo de Oliveira
Olá pessoal,
Meu nome é Leandro, sou novo neste grupo. Eu sou de Buenos Aires,
Argentina e trabalho em Smalltalk faz 4 anos.
Eu tenho vontade de conhecer um pouco como é no Brasil o
desenvolvimento de software, com respeito ao mercado que tem, salário
das pessoas (Designer, Developer, Technical Leader, PM, etc), as
variantes das lenguagens que utilizan (Visual Age, VW, Dolphin, Squeak,
etc), tipo de projectos que fazen, etc.
Não sei como é no Brasil, mas aqui na Argentina os projectos e as
empresas que utilizam Smalltalk não são muitas.
Agradeço-lhes por seu tempo, e espero que possam responder minhas
perguntas =)
PS. Desculpem-me se meu português não é correcto o formal, mas faz
pouco tempo que estou assistindo aula de português.
Um abraço,
Leandro
--
"Somos arquitectos de nuestro propio destino." Albert Einstein
--
"Somos arquitectos de nuestro propio destino." Albert Einstein
Olá Agnaldo, Muito obrigado pela sua resposta. Que pena que não tenham empresas no Brasil que trabalhem com Smalltalk, ainda aqui na Argentina temos algumas (não são muitas como tinha lhes dito anteriormente) que fazem desenvolvimento em Smalltalk. Por exemplo Telecom, Siemens, GeoAgris, Mercap software, Caesar systems, etc..
Não se conhecem este site http://www.clubsmalltalk.org/web/ . Foi feita por alguns Smalltalkers argentinos que estão trabalhando no exterior. Acho que tem algumas coisas que pode ser útil para os Smalltalkers.
Um abraço, Leandro
Olá Leandro,
Infelismente no Brasil não existem empresas trabalhando com Smalltalk.
A única que desenvolve e mantem um sistema grande e a Objective
Solutions, mas
estão migrando para Java, eu já tive a oportunidade de ganhar dinheiro
desenvolvendo
em Smalltalk no Brasil, mas não sei se existirá uma outra oportunidade.
[]s
Agnaldo de Oliveira
Olá pessoal,
Meu nome é Leandro, sou novo neste grupo. Eu sou de Buenos Aires,
Argentina e trabalho em Smalltalk faz 4 anos.
Eu tenho vontade de conhecer um pouco como é no Brasil o
desenvolvimento de software, com respeito ao mercado que tem, salário
das pessoas (Designer, Developer, Technical Leader, PM, etc), as
variantes das lenguagens que utilizan (Visual Age, VW, Dolphin, Squeak,
etc), tipo de projectos que fazen, etc.
Não sei como é no Brasil, mas aqui na Argentina os projectos e as
empresas que utilizam Smalltalk não são muitas.
Agradeço-lhes por seu tempo, e espero que possam responder minhas
perguntas =)
PS. Desculpem-me se meu português não é correcto o formal, mas faz
pouco tempo que estou assistindo aula de português.
Um abraço,
Leandro
--
"Somos arquitectos de nuestro propio destino." Albert Einstein
-- "Somos arquitectos de nuestro propio destino." Albert Einstein
Olá Leandro,
Infelismente no Brasil não existem empresas trabalhando com Smalltalk.
A única que desenvolve e mantem um sistema grande e a Objective
Solutions, mas
estão migrando para Java, eu já tive a oportunidade de ganhar dinheiro
desenvolvendo
em Smalltalk no Brasil, mas não sei se existirá uma outra oportunidade.
[]s
Agnaldo de Oliveira
Olá pessoal,
Meu nome é Leandro, sou novo neste grupo. Eu sou de Buenos Aires,
Argentina e trabalho em Smalltalk faz 4 anos.
Eu tenho vontade de conhecer um pouco como é no Brasil o
desenvolvimento de software, com respeito ao mercado que tem, salário
das pessoas (Designer, Developer, Technical Leader, PM, etc), as
variantes das lenguagens que utilizan (Visual Age, VW, Dolphin, Squeak,
etc), tipo de projectos que fazen, etc.
Não sei como é no Brasil, mas aqui na Argentina os projectos e as
empresas que utilizam Smalltalk não são muitas.
Agradeço-lhes por seu tempo, e espero que possam responder minhas
perguntas =)
PS. Desculpem-me se meu português não é correcto o formal, mas faz
pouco tempo que estou assistindo aula de português.
Um abraço,
Leandro
--
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