Olá, Alessandro.
On 6/13/07, Alessandro Camara <alessandrocamara@...> wrote:
>
> Na verdade nao sao lancadas novamente. Nessa ferramente já contem todas as
solicitacoes de clientes e/ou bugs reportados pelos mesmos. Porém, além disso,
nas versoes implementamos funcionalidades que nao foram solicitadas nem sao
correcoes de bugs. Essas apenas que sao lancadas para entrar no fluxo de
trabalho.
Penso que devemos tratar de forma diferenciada os bugs das
solicitações/novas funcionalidades. Ao contrário das novas
funcionalidades, bugs contribuem negativamente para a velocity. Os
bugs selecionados para a iteração devem sempre ter prioridade sobre as
funcionalidades. Bugs não precisam ser representados por cartões, pois
na verdade eles são a "continuação" de algum cartão desenvolvido em
iteração anterior. Minha realidade é diferente da sua pois não
mantenho produtos, mas costumo nem mesmo estimar as correções de bug.
Procuro apenas reportar o tempo gasto com as correções como um
registro do impacto sobre a velocity.
Seriam interessantes comentários do grupo de como tratar bugs em
relação a estimativas, priorização e velocity.
Um abraço,
Carlos Miranda.
> Abracos
>
> Alessandro
>
>
> ________________________________
To: xprio@yahoogroups.com
> From: tales@...
> Date: Wed, 13 Jun 2007 10:52:44 -0300
> Subject: Re: [xprio] Cartoes Vs Software
>
>
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Alessandro Camara
> To: xprio@yahoogroups.com
> Sent: Tuesday, June 12, 2007 9:59 AM
> Subject: [xprio] Cartoes Vs Software
>
> > Depois de detalhadas todas as historias no planejamento da iteracao, elas
> > (alem do cartao) sao lancadas nessa ferramenta
>
> Se as histórias já são coletadas nessa ferramenta, por que são nela lançadas
> novamente?
>
> > juntamente com os casos de teste
>
> Você lança os casos de teste na ferramenta? Não entendi.
>
> A despeito dessas dúvidas, vamos às minhas considerações baseadas no que
> inferi.
>
> A principal vantagem dos cartões é a facilidade de manipulação. A dinâmica
> de priorização, por exemplo, não pode ser comparada entre cartões e um
> "software". Quanto à vantagem do "release notes", ele realmente existe. Mas
> também existe uma questão que você poderia pensar a respeito: eu gosto de
> deixar para elaborar o "release notes" somente no fim do ciclo. Dois
> motivos: primeiro - eu não preciso me preocupar em elaborar um texto numa
> linguagem adequada para o cliente no início do ciclo; segundo - durante o
> ciclo, algumas coisas podem mudar, novas idéias podem ser incorporadas de
> tal forma que o "release notes", se escrito no início do ciclo, precisaria
> ser atualizado.
>
> Um abraço.
>
> Tales
>
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